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terça-feira, 5 de abril de 2011

Recompensar ou nem por isso?

A minha filha adora ler, e por isso, a aquisição de livros é uma constante cá por casa. Brinquedos não lhe interessam, estando sempre agarrada aos livros, fazendo questão de estar permanentemente a estudar (já falei neste assunto cá no blog, lembram-se?).

É uma optima aluna, e por isso, sinto-me naturalmente com vontade de a premiar pelo seu empenho e dedicação à escola.


Hoje a Rita recebeu os testes do 2º Período, tendo tido 100% a Estudo do Meio e 99% a Matemática e Lingua Portuguesa.

Já prevendo estes resultados, comprei-lhe um livro de uma colecção que está a fazer, com vista a que se sinta motivada, percebendo que só tem a ganhar, ao ser boa aluna.

Contudo, ao conversar com uma amiga, esta discordou peremptoriamente do facto de eu presentiar a minha filha, já que segundo ela, a Rita não fará mais do que a sua obrigação, já que aos pais incumbe-lhes trabalhar e aos filhos estudar.


A minha amiga não deixa de ter alguma razão, mas sinceramente penso que embora seja a sua obrigação será sempre saudável que perceba que o seu esforço tem uma recompensa positiva. Já no nosso trabalho embora saibamos que nos pagam um salário para que cumpramos as nossas obrigações laborais, é sempre bom, que reconhecam a nossa dedicação (e se for com um aumento de salário, ainda melhor :).


Por isso, embora saiba que estudar é a obrigação da minha filha, penso que recompensá-la (explicando-lhe que somente lhe dou, enquanto puder, e que esta oferta não poderá ser encarada como uma obrigação minha) não será assim tão negativo, ou será?

Gostava que me dissessem o que pensam sobre este assunto.
Obrigado

Dele

Este fim de semana, ele foi a uma festa de anos. A dada altura um adulto, desafia a criançada para um jogo de futebol, e desafiando-os exclama: " Quem me marcar um golo, ganha 5 Euros!!"

O meu Di, que não resiste a um bom desafio, então se for a dinheiro melhor, chuta à baliza a marca um golo!! A festa continua em clima de alegria e muito divertimento até que num abrir e fechar de olhos chega a altura da despedida. Juntámo-nos algumas mães para sairmos ao mesmo tempo, evitando assim que a dona da casa de desloca-se inumeras vezes ao portão.


Então, eis senão quando começo a ver que afinal o Di, que segundos antes estava pronto para ir embora, desaparecera. Chamei e voltei a chamar, e o Di nada. Vislumbro ao cantinho do jardim um grupo de adultos rindo alegremente, e eis senão quando à minha chamada vejo aparecer uma cabecinha que me grita: "Espera já vou!!"


Aproximei-me já aborrecida, e eis senão quando uma mãe me veio contar toda a história do ganho dos 5 euros, acrescentando que o Diogo estava a reenvindicar os 5€ que lhe prometeram.


O adulto em questão, pediu ao Di para ir pedir o dinheiro à sua esposa. O Di sem qualquer constrangimento aborda a senhora explicando-lhe o que se passara, querendo por isso fazer valer o seu direito. A senhora concordou, mas somente ao ouvir o Di explicar-lhe que o marido lhe dissera a ele para ele lhe pedir o dinheiro a ela, é que afinal percebeu qual a intenção do Di ao abordá-la. A verdade é que a senhora chutou para o marido e o marido para ela, e o Di saiu da festa pior da vida, exclamando que não voltava lá, pois aqueles adultos eram uns aldrabões. Eu estava envergonhadissima, mas algumas pessoas acharam muita graça, pelo catraio com 5 anos pretender fazer valer aquele que afinal era o seu direito!!!


Estou lixada com o miúdo, que ao contrario da irmã não se acanha de fazer frente aos adultos com todas as suas forças!!!

quarta-feira, 16 de março de 2011

Fotos do Carnaval

Mais vale tarde do que nunca, e por isso cá estão as fotos do Carnaval!!
O vestido da Rita .... bom, é do mais saloio que pode haver :), mas quando mandei confeccionar o fato do Di, a costureira (que é uma simpatia) diz-me ter um vestido que serviria à minha filha. Foi buscar, e a Rita apaixonou-se por ele (embora eu já lhe tivesse comprado um do Capuchinho Vermelho). Assim, e porque o vestido aos folhos e de cetim (lol) é que era lindo, optou por o usar no desfile de Carnaval da Escola, e o do Capuchinho (que já fica para o ano) numa saída que fizemos no domingo.




domingo, 13 de março de 2011

;)



Eu não fui .... mas gostava de ter ido!!! Estou cá para mim, que com mais uns associados de peso, estamos num tarda a vermo-nos envolvidos numa guerra civil!!!

quinta-feira, 10 de março de 2011

E ...

Assim que me entrou no carro, deu-me a cara para me cumprimentar. Se à coisa que eu detesto é que me estejam a lixar o juízo e a darem-me beijinhos. Tive de ser rude e recusar o beijo (pronto, não é de bom tom, mas eu não aguento). Estive toda a manhã e tarde de má cara, respondendo ás suas perguntas somente com um sim, não e talvez.

De regresso a casa, quis que parasse na farmácia (eu parei e fiquei no carro). Depois, e porque tem andado doente do estomago, queria por força ir a uma pastelaria beber um chá e uma torrada. Parei, e ela lá foi .... danada por eu não a acompanhar.

Depois, tinha de ir comprar bananas .... e eu? .... eu a fervilhar por estar a desempenhar a profissão de taxista melhor que ninguém, somente com uma diferença ... a inexistência de taxímetro (mas o que ela merecia, era que lhe apresentasse uma continha com os kms percorridos, combustivel gasto, portagens, desgaste do carro, e honorários)!!

Deixei-a em casa, com a mobilia que quis trazer (e que eu tive que acartar). Toca o telefone, e eu aproveito a deixa para fugir (antes que a continha, dada a minha disposição ainda aparecesse mesmo), mas ainda consegui ouvir um: "espera aí", que me travou.

Veio-se abraçar a mim a chorar, a pedir desculpa por ter tido uma saída infeliz. Manifestei mais uma vez a minha tristeza, por ter como mãe alguém tão mesquinha, capaz de lhe passar pela cabeça a ausencia de um pagamento de 1,60€!!!!

Na verdade, sinto-me magoada, e o pior de tudo isto, é que estas "observações" fazem com que as recordações se avivem, e me venha à ideia que tinha de lhe pagar 25.000$00 para que me ficasse a tomar conta do André (como se de uma ama se tratasse) e dos inúmeros bilhetes manustritos com as contas (e respectivos bilhetes e talões agrafados, que ainda hoje guardo com "carinho") relativos às despesas da camioneta/metro e pastelaria, despesas essas que efectuava quando se lembrava de ir passear com o neto à baixa, por sua unica e exclusiva iniciativa.

O triste é que sinto que tenho alguém como mãe para quem (sem necessidade) os tostões têm tanta importância.

Sinceramente, se há coisa de que gostava era de poder abraçar a minha mãe, e dar-lhe um abraço e um beijo sentido replecto de uma enorme admiração e orgulho, mas infelizmente, não consigo, e essa é uma das muitas dores que transporto comigo!!!

Adoptem-me por favor

Vê lá se não te esqueces de me dar 1.60€ do bilhete de camioneta que pago, para ir tomar conta dos teus filhos ao sábado .... ouvi!!! Senti-me nauseada, mas em vez de vomitar estive 45 minutos a berrar, dada a indignação.
Esqueceu-se que me fica com 500,00€ de renda do apartamento e que a transporto às minhas custas ao médico, hospital, centros comerciais e afins sempre que necessita.
Hoje, por exemplo vou mostrar o apartamento usando o meu carro, gasoleo e pagando as portagens .... ela quer mesmo que lhe pague 1.60€? haverá necessidade de estarmos em família a fazer este tipo de contas?
Fodasse!!!!!!!!!!!!!!!! Há gente muito mesquinha!!! Isto só seria aceitável se estivessemos a falar de alguém que necessitasse de facto do dinheiro para comer .... o que não é o caso!!!!
Agora lá vou eu à Moviflor que a Madame quer comprar um sofá para o apartamento!!! Ai caraças, que não me vou conter e mais uma vez vou estar uns meses sem maezinha!!!! Ai vou vou!!!

Adoptem-me que eu não quero esta senhora como mãe!!!

Parabéns Sónia

Para uma Amiga que não se esqueçe, aqui ficam os meus Parabéns!!! Felicidades Amiga!!!

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